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Transtorno Somatoforme. O que significa quando o médico diz que o que você tem é psicológico

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A  perturbação somatoforme , atualmente referida como  perturbação de sintomas somáticos (PSS)  no DSM-5, é uma  condição psiquiátrica onde o paciente sente sintomas físicos reais e persistentes (dor, náuseas, fadiga) que não são totalmente explicados por uma doença orgânica, causando sofrimento intenso e preocupação excessiva . Os sintomas, embora reais para o paciente, resultam de fatores psicológicos/emocionais, frequentemente levando a consultas médicas repetidas, exames desnecessários e dependência de cuidados médicos.   Wikipedia  +5 Principais Características e Tipos: Perturbação de Sintomas Somáticos:  Foco no sofrimento e pensamentos desproporcionais sobre sintomas físicos. Perturbação de Ansiedade de Doença  (anteriormente Hipocondria):  Medo excessivo de ter uma doença grave, com poucos ou nenhuns sintomas físicos. Perturbação de Conversão  (Sintomas Neurológicos Funcionais):  Sintomas motores ou sensoriais (cegueira, par...

Para Além do Cérebro

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  Terapia Regressiva Episódio 12 de 16 Duração: 30 min A terapia regressiva pode ser um caminho para a cura emocional e para o autoconhecimento e alguns médicos e psicólogos têm explorado a sua aplicação, especialmente no contexto de traumas, fobias e experiências emocionais profundas. Com recurso à técnica de regressão pretende-se que as pessoas acedam às vivências traumáticas que ocorreram no passado e originaram o problema presente. Este passado pode ser recente ou distante, na infância, na vida intrauterina ou em supostas vidas passadas. Todavia, ainda não foi possível determinar se estas "memórias" são reais, metáforas, fantasias ou uma combinação destas. A terapia regressiva pode oferecer claros benefícios para alguns indivíduos, mas continua a não ser amplamente reconhecida ou até recomendada pela comunidade científica, por falta de estudos que proporcionem evidências mais robustas. Link para o programa:  https://www.rtp.pt/play/p14962/e885071/para-alem-do-cerebro

Por que é que os homens têm maior relutância em procurar ajuda terapêutica?

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Ao longo da nossa prática clínica, é frequente observarmos que os homens chegam mais tarde ao consultório, muitas vezes já em estados de maior sofrimento ou esgotamento. Esta demora não é, na maioria das vezes, por falta de sofrimento, mas por barreiras específicas que vale a pena refletirmos juntos. Aqui estão algumas das razões mais comuns que parecem travar os homens na procura de apoio psicológico: A pressão social de serem “inabaláveis” Desde a infância, muitos homens internalizam a ideia de que a masculinidade se define por força, autossuficiência e resiliência sem falhas. Admitir vulnerabilidade ou sofrimento emocional pode ser sentido como uma ameaça à própria identidade masculina ou ao papel de “pilar” da família e do trabalho. Reconhecer que precisam de ajuda pode parecer, aos seus olhos, uma falha de caráter. A valorização da autossuficiência Muitos cresceram com a mensagem de que “um homem resolve os seus problemas sozinho”. Pedir ajuda pode ser vivido como uma perda de con...

Quando os clientes se focam excessivamente na regressão a vidas passadas como solução do seu problema... O que fazer?

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A hipnose regressiva é muitas vezes procurada quase como uma narrativa explicativa mágica. O risco, como disseste bem, é funcionar como distração — ou até como fuga — ao que está ativo e acessível no presente (incluindo padrões familiares, emocionais e comportamentais). A chave aqui não é confrontar diretamente a crença da pessoa, mas  reorientar com respeito . Aqui vão algumas formas práticas de comunicar essa perspetiva: 1. Validar antes de redirecionar Se a pessoa sente curiosidade ou até crença em vidas passadas, não ganhas nada em invalidar isso frontalmente. Podes dizer algo como: “Percebo essa curiosidade — é algo que muitas pessoas sentem e pode ter significado para si.” Isto cria aliança. Sem isso, qualquer reframe vai gerar resistência. 2. Expandir o modelo (em vez de substituir) Em vez de opor “vidas passadas” vs “influência genealógica”, apresenta a tua abordagem como  mais abrangente e mais útil na prática . Por exemplo: “Na minha experiência, independentemente de...